Victor Herman e os esportes


Capítulo IV. Parte III: Ligas com times de outros países; no Estados Unidos, Irlanda, e Cingapura

 

ESTADOS UNIDOS: Toronto, Impact de Montrèal, Vancouver Whitecaps, Edmonton, Puerto Rico Islanders e Antigua Barracuda.
As ligas que são profissionais nos EUA sempre se organizaram de forma idependente de que países sãos times que as compõe. Elas simplesmente abrem franquias e onde podem localizá-las aonde bem entenderem quando acabar o contrato com tal cidade. Na NBA (Basquete) tem um time do Canadá, na MLB (Baseball) tem um também e a NHL (Hockey no gelo) tem sete times canadense. Sem contar os times que faliram ou como os que disse, que se mudaram pra outro território, no cado norte-americano. Desse jeito ficou normal no futebol dos Estados Unidos, a MLS (Major League Soccer), por exemplo fazer o mesmo em sua liga profissional. A MLS tem os canadenses Impact, Toronto e Whitecaps, a NASL tem Edmonton, do Canadá e uma de Porto Rico, os Islanders, e a USL tem um clubde Antigua e Barbuda (Barracuda). As equipes canadenses que jogam nos EUA participam no Canadá também, que nada mais é do que as quatro se enfrentando em ida e volta, e a melhor representa o país na CONCACAF Champions League.
IRLANDA: Derry City
O Derry City é de Londonderry, e disputava o Campeonato Norte-irlandes até o meio da década de 1970. Mas, como ele é ligado a uma comunidade católica, tanto qur mantém esse nome católico da cidade até hoje e, se viu em situação ruim e desconfortável quando a disputa religiosa voltou a causar no país. Assim, por questões de segurança pediu e teve aceito o pedido, em disputar a Liga Irlandes.
CINGAPURA: DPMM
O Duli Pengiran Muda Mahkota, popularmente conhecido como DPMM era um dos melhores clubes de Brunei. Em 2005, decidiu competir no futebol da Malásia. Como esse time tem como dono o príncipe de Brunei, Al-Muttadeh Billah, esse pedido foi prontamente aceito pela federação malaia de futebol sem criar empecilhos. Em três temporadas, o DPMM conquistou o título da 2ª Div. e fez boas campanhas na 1ª Div.. Já em 2009, o dono do time quis mudá-lo novamente de campeonato nacional, vendo que a S-League (Liga Cingapuriana) estava evoluindo resolveu tentar, e deu certo. Essa liga recebe, até hoje jogos de times do Japão e Malásia que jogam os próprio campeonato nacionais normalmente mas só mandam alguns de seus jogos em Cingapura, por contrato, para expandir o esporte na Ásia. O DPMM entrou de vez como primeiro integrante estrangeiro na S-League, ainda que tenha ficado de fora até 2012 por vaisa de uma punição da FIFA contra a Federação de Brunei.


 Escrito por Victor Herman às 01h09 [] [envie esta mensagem] []






Capítulo IV. Parte II: Ligas com times de outros países; na Inglaterra, França, Suiça e Austrália

INGLATERRA: Cardiff City, Colwyn Bay, Marthyr Town, Newport Count, Swansea City e Wrexham.
Esses 6 clubes são do País de Gales e disputam as divisões no futebol inglês. Alguns vocês devem até conhecer, têm algum destaque, como o Swansea que tá na Premier League e recentemente foi campeão da Copa da Liga, dando vaga à UEFA League Europa, e o Cardiff, que venceu a FA Cup em 1927. Mais recentemente, o Wrexham derrotou o Grimsby Town nos penaltis e se tornou o primeiro time gales a ganhar a FA Trophy, Copa da Inglaterra realizada para times de divisões inferiores no país. Eles jogam na Inglaterra simplesmente porque, quando foram fundados não havia uma liga profissinal galesa. Sem espaço no país, foram procurar outras alternativas e encontratam a possibilidade de ser federados na Inglaterra, ainda que seguissem disputando a Copa de Gales até 1995, composta por clubes amadores, como forma de honra pelo país de origem. Outro time que não mencionei, o Gretna foi criado e feita a sede bem na fronteira Inglaterra/Escócia e disputava torneios amadores na Inglaterra. Aos poucos foi crescendo e chegou a disputar a competição mais antiga do Mundo, FA Cup. Já nos anos 90, como seu time tinha um nível técnico muito abaixo dos demais, teve aceito seu pedido de jogar na oiga escocesa.
FRANÇA: Monaco.
Monaco é o segundo menor país do mundo mas, o primeiro em densidade demográfica. São apenas 36 mil pessoas se esmagando em 2 km². Com tão pouco espaço, não haveria como aparecerem muitos times e cidades para o país, realmente, ainda mais para montar um nível de futebol minimamente competitivo. Assim, se torna bem compreensível que Monca disputasse o Campeonato Francês.
SUIÇA: Vaduz.
Caso parecimento ao de Monaco. A pequena diferença é que, em Liechtenstein ainda existem clubes amadores. Vaduz se junto a Liga Suiça, mas disputa com os clubes de seu país a Copa Amadora de Liechtenstein para tentar fazer com que cresça e estimule o futebol, que é tão fraco no país.
AUSTRÁLIA: Wellington Phoenix
É o solitário clube da Nova Zelândia na A-League, o Campeonato Australiano. A NZelândia tem uma liga própria, porém amadora, o que diminui, claro, o nível técnico das partidas, e isso seria ruim para um time como o Phoenix para desenvolver o seu futebol. Pode parecer estranho, mas é algo de certa forma recorrente nas duas maiores nações do continente, a Oceania. Esporte mais popular na Austrália, o Rubgy tem na Rugby League, o New Zealand Warriors, de Aukland. No Rúgbi Union, mais popular na NZelândia, se junta os principais clubes do hemisfério sul com neozelandeses, australianos e até sul-africanos. Mas essas equipes disputam separadamente o Super Rugby, ficando de fora de seus campeonatos nacionais. Não sei se expliquei direitinho, qualquer dúvida é só perguntar mandando e-mail, mensagem no Twitter, Facebook... vou ter o prazer em respondê-los. É que esse não é o foco principal, leva em consideração apenas uma curiosidade, informação e que não é relacionado ao futebol. Assim como vou mencionar os EUA como um dos países que fazem isso fora do futebol. Obrigado pela compreensão.
Em breve o Capítulo IV. Parte III: Ligas com times de outros países; no Estados Unidos, Irlanda, e Cingapura.


 Escrito por Victor Herman às 00h26 [] [envie esta mensagem] []






Capítulo IV. Parte I: Clubes de um país que são federados para jogar competições em outras nações

Há clubes que são assim, de um país mas jogam na liga de futebol do outro pois são federados em outra confederação. Pensam isso quando talvez fizerem uma Liga Catalã, pois o Barcelona jogaria em La Liga ainda... deixaria para os catalães adversários do mesmo nível apenas.
A direção do Barça apoia diretamente a independência da Catalunha, mas é já disseram que não querem mudar a situação do time em relação a sair de La Liga. O que eles querem é manter Barcelona e Espanyol no atual campeonato que jogam. Só criar uma liga da Catalunha para a "pirâmide futebolística" crescer e surgir essa liga para expandir o futebol da região.
Mas isso tudo não é algo novo. Existe sim clubes que disputam campeonatos nacionais de países diferente do seu, e quando vão jogar na Europa, jogam pelo país onde são federados. No entando, em nenhum desses casos aconteceu através de uma separação política entre nações e sim por opção de logística, nível técnico...
Na União Soviética, Tchecoslováquia e Iugoslávia, as repúblicas se separaram em tudo, criando seus próprios campeonatos nacionais. Na Bósnia-Herzegovina ainda ficou dividida internamente entre muçulmanos e sérvios. Assim, os clubes de etnia sérvia da Bósnia criaram seu próprio torneio, hoje equivalente à 2ª Div. do país.
Em breve o
Capítulo IV. Parte II: Ligas com times de outros países; na Inglaterra, França, Suiça e Austrália.



 Escrito por Victor Herman às 09h13 [] [envie esta mensagem] []






Capítulo III: O que seria da seleção catalã na FIFA e o Campeonato Catalão. Parte III: A Liga da Catalunha. O que seria do Barcelona?

Como disse no post anterior, uma eventual Liga Catalã sera mais ruim para o Barcelona do que é o Campeonato Escocês para Celtic e Rangers (que só está na 3ª Div. por causa punição). Na Escócia, Hibernian e Aberdeen ainda têm um mínimo de competência em seus jogos em casa e assim conseguem fazer partidas mais disputadas, por exemplo. Na Catalunha, o Barcelona seria o único grande, com o Espanyol de coadjuvante mas como um time bem mediano e fraco. Todo o resto é minúsculo.
Os torcedores do Barcelona, acredito eu e que mostram nas pesquisas, querem apenas separar a Catalunha da Espanha e não necessariamente criar uma Liga Catalã, o próprio clube teria de incentivar o crescimento destes clubes 'minúsculos' para fazer da Liga, uma liga kais interessante. Além disso, aquela de 'representar a Catalunha em meio a Espanha, em campo' não teria tanto significado. Até porque, no caso, a Catalunha já seria independente e o Barcelona teria essa de representar a região apenas na UEFA Champions League. E, por parte das seleções na Eurocopa e Copas do Mundo. E clássico contra Atlético Madrid, Real, Sevilla, Valencia? Não podem acabar.
O Barcelona forma muitos jogadores em suas categorias de base, mas isso não quer dizer que esse jogadores sejam catalães, apenas cria uma sensação de que sejam, por todo o histórico. Mas e esse histórico é catalão? Não é bem verdade. Iniesta, por exemplo nasceu em Albacete (La Mancha), Pedro é de Santa Cruz de Tenerife (Ilhas Canárias) e Thiago Acântara, filho de brasileiro nasceu na Itália e passou sua infância na Galícia, só foi morar na Catalunha no fim da adolescência e provavelmente não teria passaporte catalão.
Mesmo assim, hoje, uma seleção toda catalã teria um bom nível, melhor de que qualquer região. Exatamente isso... a seleção e não qualquer outro campeonato regional da Espanha. Acredito que seja um time muito capaz, se bem treinado de passar pelas Eliminatórias e chega as Copas do Mundo e UEFA Euros. Quem sabe poderia, ainda, ir bem na Fase de Grupos de chegar aos Mata-matas. A seleção atual é boa, mas e o futuro? Ainda não se sabe.
A Espanha não contaria com as revelações do Barcelona e também nao seria tão forte quando a seleção bicampeã europeia e mundial, mas olharia com mais carinho para os times de base de Real Madrid, Atlético Madrid, Valencia...
No geral, a Catalunha independente seria uma nação de nível médio, uma nota 5, diga-se, na Europa. Teria um clube que teria um desempenho muito bom na UEFA Champions League (Barcelona (não saberia até quando)), mas com potencial econômico menor que o atual, e uma seleção que aparentemente chegaria para brigar com as medianas na Europa. No futebol de clubes, o resto da Espanha sentiria muito a saída do Barça, e toda mídia nacional e internacional que representa o clube para todo o planeta. Já em relação a seleção, os espanhois continuariam fortes, mas como disse anteriormente, de começo brigaria com países medianos, e assim como o futuro do Barça reserva, será uma incógnita para a seleção. Não se saberia até quando irá essa boa fase.
Em breve o Capítulo IV. Parte I: Clubes de um país que são federados para jogar competições em outras nações.



 Escrito por Victor Herman às 00h20 [] [envie esta mensagem] []






Capítulo III: O que seria da seleção catalã na FIFA e o Campeonato Catalão. Parte II: A Liga da Catalunha. Independentes


Pois é, o que seria do Campeonato Catalão... Girona x Sabadell, jogo que valeria vaga na UEFA Europa League. Da forma que venho dizendo, a separação da Catalunha, da Espanha depende muitas negociações políticas e da boa vontade do país. No caso político, a boa vontade não existe e a Espanha não deixará a Catalunha se separar facilmente. Mas no futebol, a chance de sucesso é até boa.
Se a independência política existir, a RFEF não teria argumentos para impedir que a Catalunha tenha uma equipe nacional profissional. E, como ter o Barcelona dentro de La Liga é um 'comércio' importante, a LPF não iria gostar, e por isso a Liga Catalã talvez não existiria.
Seria interessante para os outros times catalães, e não para o Barcelona. Se a separação fosse completa, e o Campeonato Catalão fosse criado, o Barça ficaria pequeno, sim... no decorrer do tempo vai se apequinar, é só imaginar como seria, financeiramente. Por mais que mantivesse seu trabalho, em revelar bons jogadores, marketing muito bom, seria quase que inviável manter o nível atual de gastos para uma liga nacional muito fraca.
Fazendo um 'retrato' dessa realidade fiz um agrupamento dos 16 clubes mais fortes da Catalunha na temporada 2013/13 e as divisões em que eles estão hoje. Essa Liga da Catalunha seria bem mediana mesmo se cada região da Espanha fosse separada. Por isso, para comparar, separei também as 16 principais equipes de Madri/Castela-La Mancha e León (Centro da Espanha), País Basco e Andaluzia. 
Catalunha: Barcelona e Espanyol (1ª Div.); Girona e Sabadell (2ª); Badalona, L'Hospitalet, Llagostera, Lleida, Gimnàstic, Prat, Reus Deportiu e Sant Andreu (2ª B); Manlleu, Pobla Mafumet, Cornellà e Santboià (3ª).
País Basco: Real Sociedad, Atheltic Bilbao e Osasuna (1ª Div.); Alavés, Amorebieta, Barakaldo, Eibar, Logroñés, Real Unión e Sestao (2ª B); Laudio, Peña, Portugalete, Izarra, Beasain e Tudelano (3ª).
Madri/Castela: Rayo Vallecano, Real Madrid, Getafe e Atlético Madri (1ª Div.); Guadalajara, Alcorcón, Ponferradina, Mirandés e Numancia (2ª); Albacete, Guijuelo, La Roda, Leganés, Salamanca, San Sebastián de los Reyes e Zamora (2ª B).
Andaluzia: Real Bétis, Granada, Málaga e Sevilla (1ª Div.); Almería, Recreativo Huelva, Córdoba e Xeréz (2ª); Cádiz, Écija, Jaén, Linense, Lucena, Loja, Sanluqueño e San Roque de Lepe (2ª B).
Em breve o
Capítulo III: O que seria da seleção catalã na FIFA e o Campeonato Catalão. Parte III: A Liga da Catalunha. O que seria do Barcelona?



 Escrito por Victor Herman às 02h56 [] [envie esta mensagem] []






Capítulo III: O que seria da seleção catalã na FIFA e o Campeonato Catalão. Parte I: A Seleção Catalã de Futebol


A seleção até seria boa, mas não tanto quanto muitos acham. De qualquer forma, a seleção seria bem melhor do que a qualidade da Liga.
O jeito como o futebol, principalmente pelo Barcelona, foi usado por pessoas ligadas a grupos nacionalistas que querem separar a Catalunha é notório. Joan Laporta, em sua época na presidência blaugrana era o líder do povo catalão. Em 2010, quando deixou o cargo, fundou o partido Democràcia Catalana, que tem quatro vagas entre as 135 do parlamento na região.
Muitos torcedores do Barça não gostam de Laporta por esse motivo, de nao dar a preferência a política do clube, e sim de outros lugares. Mas o discurso de usar isso com a separação do futebol ganhou força também nesse período. Como a Espanha tem ganhado tudo nesse espaço de tempo internacionalmente, aumentou a quantidade de pessoas que apoiam a separação e que aja uma seleção catalã para disputar as competições oficiais. Pois, hoje, se limita a apenas um amistoso autorizado pelo RFEF (Federação Espanhola de Futebol).
Ninguém defende a separação das ligas nacionais, mas por quê? Óbvio, a separação teria um impacto muito grande no Barcelona, que passaria a jogar contra um momento de time pequeno e com potencial econômico minúsculo
Mas tudo isso não deixa de ser uma contradição, né? Os torcedores nacionalistas do Barça não querem se misturar com o resto da Espanha, pois consoderam ruim a eles (perderiam riquezas e a liberdade cultural), mas não vêem grandes problemas quando a mistura está sendo para o benefício da Catalunha, mostrando ao Mundo, o gigante Barcelona, a partir da Espanha. Mas foi o que aconteceu com vários países do Leste Europeu, desde que a União Soviética passou a não existir mais. USe separara, completamente, sem se importar se caso os clubes perderiam ou não a força diante do resto da Europa.
Assim, talvez, a melhor solução, sem preconceito, seria seguir os 57% dos entrevistados pelo "El País" (como no capítulo anterior) que acham possível a Catalunha chegar a um "acordo para convivência" com o resto da Espanha.
Em breve o Capítulo III: O que seria da seleção catalã na FIFA e o Campeonato Catalão. Parte II: A Liga da Catalunha. Independentes.



 Escrito por Victor Herman às 15h17 [] [envie esta mensagem] []






Capítulo II. Parte II: Opinião do povo catalão.

Manifestações públicas muitas vezes aumentam de acordo com o momento, vão tudo no embalo. Em um Barcelona x Real Madrid, percebe-se que alí não sao apenas demonstrações políticas, é um modo de tentar intimidar o rival para tentar levar um resultado bom no futebol. Até porque a torcida do Barça é gigantesca na maioria da Catalunha, mas muitos deles não são tão partidários da independência como parecem. Uma coisa é o que acontece no estádio, outra é olhar pelo lado político.
O apoio à independência não é tão positivo quando pensamos, na Catalunha. Dos maiores jornais que realizaram pesquisa sobre o separatismo em Setembro (época em que a crise econômica começou forte na Espanha), apenas o "La Vanguardia" dá vantagens ao povo que gostaria de se separar da Espanha: 84% dos catalães são a favor de 55% que disse que votaria a favor (16% votaria 'sim' mas... 'tanto faz'). 45% seriam contra.
Segundo o "El País", um dos melhores jornais do mundo, em pesquisa realizada em Setembro de 2012, 43% dos catalães querer a independência e 41% prefere continua como parte da Espanha, os mesmo 16% do primeiro jornal citado são do famoso 'tanto faz...' Empate técnico. Nesta mesma pesquisa, 57% dos 43% votariam sim, mas acham que deveria ter um comum acordo entre Espanha e Catalunha, para melhorar o desenvolvimento da região e a partir disso não precisar da separação.
O "La Razón" tem números ainda menos 'separatistas'. Outra pesquisa foi realizada em Setembro, 60% dos catalães acham que, com a grave crise econômica da região, não é o momento da Catalunha ser independente, piorario a situação.
Alguma tentativa de seperação pode isolar a Catalunha, não apenas em território, mas dependeriam assim do país pra muita coisa ainda, como entrada de produtos na Espanha e a futura aceitação na União Europeia
Em breve o Capítulo III: O que seria da seleção catalã na FIFA e o Campeonato Catalão. Parte I: A Seleção Catalã de Futebol.


 Escrito por Victor Herman às 18h16 [] [envie esta mensagem] []






Capítulo II. Parte I: Opinião do povo catalão.

Sobre isso há muitas contradições por parte dos catalães. Uma pesquisa mostra que boa parte da região já tá sabendo disso.
Cresce na Catalunha o movimento para separar esta parte do resta da Espanha. Muitos jogos do Barça se transformam em espaço para manifestações do pessoal que quer ser de um país independente que se chame Catalunha. E isso cada vez mais vem aumentando a vontade do povo e mostra que é natural e justo para um povo ter sua autonomia, sua seleção de futebol e seu próprio campeonato nacional.
Muitos mitos circulam em torno da separação da Catalunha, da Espanha. A imagem que chega para nós, no Brasil é das diversas manifestações na rua e da torcida, principalmente em jogo do Real Madrid, maior rival do Barça e clube da capital. Mas é ingenuidade achar que toda Catalunha se manifeste alí. E, cá entre nós, para muita gente que vê de fora, parece simpática a causa de uma região que foi oprimida por décadas e agora quer mandar em si. É fácil querer acreditar.
Há muitas contradições e muitos mitos em torno do separatismo catalão. A imagem que chega ao Brasil é a das manifestações na rua e a da torcida dos jogos do Real Madrid, mas é ingenuidade achar que toda a Catalunha se manifesta ali. E, convenhamos, para muita gente que vê de fora, soa simpática a causa de uma região que foi oprimida por décadas e agora quer mandar em si própria. É fácil querer acreditar naquilo.
Em breve o Capítulo II. Parte II: Opinião do povo catalão.


 Escrito por Victor Herman às 12h19 [] [envie esta mensagem] []






Capítulo I: Futebol em um lugar chamado: Catalunha.


Barcelona domina o futebol no mundo, a seleção espanhola conquista vários títulos, dos mais importantes dentre seleções, crise econômica na Espanha. Vários fatores mostram que tudo está mudando na Espanha, e reforça ainda mais a ideia que Catalunha tem em querer se separar e se tornar um país independente, mesmo que o Barça continue jogando em La Liga.
É uma questão muito complicada, que nao envolve apenas o futebol, mas também fatores políticos, algumas contradições e mitos. Por isso este primeiro capítulo vai mostrar brevemente, mas brevemente mesmo, o que é o futebol na Catalunha.
A FCF, Federação Catalã de Futebol foi fundada em 1903, fazendo sua estreia em 1904 contra o Real Club Deportivo, derrota por 4-1. Mas segundo um jornalista espanhol, chamado Josep Maria Raduà que escreveu livro "Historia de todas las selecciones deportivas catalanas", o primeiro jogo foi em 1903 contra uma equipe catalã denominada Cleopatra e vitória por 12-0, DOZE!
Fora da Catalunha, fora da Espanha, a FCF fez o seu primeiro jogo em 1912 contra a França, em Paris, derrota por 7-0, uma semana depois, o jogo foi na Catalunha e aí uma vitória por 1-0. Mais recentemente houve vitórias por 5-0 sobre a Nigéria em 1998 e Lituânia, em 2000.
A seleção de Futebol da Catalunha não é reconhecida pela FIFA, por isso só pode jogar amistosos ou torneios amistosos. Embora a FCF possa inscrever sua seleção, como autônoma nas competições da Federação Espanhola de Futebol.
Em breve o
Capítulo II. Parte I: Opinião do povo catalão.

 



 Escrito por Victor Herman às 12h22 [] [envie esta mensagem] []






Capítulo V: Os próximos compromissos e algumas 'curtinhas'

 


A definição do futuro dos omanis no torneio se dará na penúltima rodada, quando a equipe recebe o Iraque, no estádio Sultan Qaboos Sports Complex, de 39 mil lugares, em Muscat. No mês deste confronto contra o Iraque, dia 4 de Julho de 2013, o intenso calor da capital de Omã deverá preocupar a seleção iraniana. A média nessa época é de 30°C, podendo chegar facilmente aos 40ºC — Só por curiosidade, a temperatura mais baixa do ano atinge 16,7°C, em Janeiro —. E não terá sinal de precipitação intensa, visando o clima, já que o volume de chuvas para o mês, normalmente é de 10,9 milímetros. Algo que acontece em um dia de chuva forte em São Paulo.

Últimos e próximos jogos

11/12/12 - Kuwait 0-2 Omã.
14/12/12 - Omã 2-1 Palestina.
20/12/12 - Omã 1-0 Bahrein.
29/12/12 - Omã 0-1 Togo.
05/01/13 - Bahrein 0-0 Omã (Copa Manama).
08/01/13 - Catar 2-1 Omã (Copa Manama).
11/01/13 - Omã 0-2 Emirados Árabes Unidos (Copa Manama) — 4º lugar.
30/01/13 - Omã x China.
06/02/13 - Omã x Síria.
22/02/13 - Cingapura x Omã.
26/03/13 - Austrália - Omã.

• Além do Iraque, dito nos últimos posts, Omã terá mais dois compromissos pela Fase Final das Elim. para a Copa de 2014. Na próxima partida, em 26 de Março de 2013, enfrenta a Austrália, fechando contra a Jordânia em 18/06/13. Caso de classifique à repescagem asiática, enfrenta o 3º colocado do Grupo A; jogos nos dias 6 e 10 de Setembro de 2013. O vencendor deste confronto joga contra o quinto colocado das Eliminatórias Sul-Americanas, que anda bem disputada também, nos dias 15 e 19 de Novembro, para definir um dos últimos classificados ao Mundial do Brasil.

• CINCO brasileiros já treinaram a seleção de Omã, sendo o último deles Carlos Alberto Torres, o capitão do TRI em 1970 pelo Brasil. Atual técnico, Paul le Guen está na equipe desde Junho de 2011.

• Em 2012, incluindo amistosos e eliminatórias mais, Omã entrou em campo 15 vezes, venceu quatro partidas, empatando seis e foi derrotado em 5 oportunidades. A equipe marcou 20 gols, mas sofreu 21.

 



 Escrito por Victor Herman às 23h03 [] [envie esta mensagem] []






Capítulo IV: Os protagonistas de uma seleção coadjuvante.

Os jogadores são comandados do técnico francês Paul le Guen, ex-zagueiro de 48 anos, que jogou de 1991 até o fim de sua carreira, em 1999 com quase 250 jogos pelo PSG. Foi técnico do Lyon na França, no começo da era em que o time francês conquistou o primeiro título nacional, que deu a uma sequencia de 7 títulos seguidos. Foi técnico de Camarões na Copa Africana de Nações e Copa do Mundo, ambas em 2010.

A experiência do goleiro Ali Al-Habsi (fez uma partida sensacional contra o Brasil em 2009), 30 anos, que joga na Europa desde 2003, quando chamou a atenção do pequeno Lyn Oslo, da Noruega, passando por Bolton e atualmente titular no Wigan, da Inglaterra. Mas há outras pessoas importantes, como o atacante de 28 anos, Ahmad Al Hosni. Inglaterra, Catar e EAU, além de Omã, claro, é onde joga seus jogadores. A base do time atua mesmo é no próprio país. Mas alguns atletas têm bastante jogos pela seleção, o que pode fazer a diferença em momentos decisivos. Fiz a contas e a média de convocações do último time convocado é de 36 jogos. Relativamente boa as internacionalizações desses jogadores.

Outro fator importamte está a euforia dos torcedores, que vêm ajudando a seleção nacional, mesmo sem lotar o palco do jogo (28.360 pessoas estiveram na última rodada). Mas é um grande avanço em relação aos mais de 4.500 (média) que estiveram na Elim. pra Copa de 2010.
Amanhã o
Capítulo V: Os próximos compromissos e algumas 'curtinhas.'



 Escrito por Victor Herman às 16h09 [] [envie esta mensagem] []






Capítulo III: Parte II. Chance histórica.


Pela primeira vez desde que a Confederação Asiática montou o atual regulamento, em 2010, Omã conseguiu vaga na Fase Final. Se na última Eliminatória pra Copa, Omã teria poucas chances, agora sim o país não teria a mínima no Grupo B: com Austrália, Japão, Iraque e Jordânia. Ou ao menos, era o que se imaginava. Mas a seleção surpreende de novo. É verdade que a equipe perdeu os dois jogos contra os japoneses, mas o empate contra a Austrália (0-0) e vitória frente à Jordânia (2-1), coloca Omã com chances reais de chegar ao primeiro mundial na história.

Faltando três rodadas para o fim, o país tem cinco pontos, na quarta posição, o que não é ruim pelo fato de Austrália e Iraque, segundo e terceiro, respectivamente terem a mesma pontuação. Mesmo que não consiga a vaga direta ao Brasil 2014 (os dois primeiros garentem essa vaga), é perfeitamente plausível a repescagem (ficando em 3º lugar de seu grupo), quando enfrentaria o 3º colocado do Grupo A que tem: Uzbequistão (8 pts), Coréia do Sul (7), Irã (7), Catar (7) e Líbano (4). Ou seja, pode ser qualquer um, tá muito equilibrado por lá também, mas vendo as campanhas, tirando a Coréia que é a mais forte, Omã teria condição de vencer qualquer.
Em breve o
Capítulo IV: Os protagonistas de uma seleção coadjuvante.

 



 Escrito por Victor Herman às 15h30 [] [envie esta mensagem] []






Capítulo III: Parte I. As Eliminatórias Asiáticas para a Copa do Mundo 2014

 


Nas Eliminatórias de 2014, Omã não precisou disputar a fase preliminar, ganhando tipo de uma pré-classificação para a segunda fase, em razão da seleção ser a 12ª asiática, de acordo com o Raking da FIFA (atualmente o país é o 7º da lista, mas o 86º no geral). Os países que estão entres as posições 6ª e 27ª entram na segunda fase.
O primeiro adversário foi Myanmar, em que os omanis não tiveram dificuldades em eliminá-lo. Placar agregado de 4-0, em dois jogos. O segundo desses jogos foi abandonado após os 40 minutos do 1º tempo por ambas as equipes, devido a distúrbios provocados pelo público em Myanmar. O placar de momento era 2-0 Omã, que foi dado como definitivo e os classificando a fase de grupos garantida.
Classificado à Fase de Grupos, as apostas colocavam Omã como a grande surpresa do Grupo D, que contava com Austrália e Arábia Saudita. Um começo que dava a impressão de que os prognósticos seriam concretizados, duas derrotas, logos nos três primeiros jogos por 3-0 contra Austrália e Tailândia e um empate em 0-0, ou seja, sem marcar gols. Entretanto, a equipe surpreendeu e ficou na segunda posição, eliminando os sauditas e derrotando, em casa, Austrália (1-0) e Tailândia (2-0). Ao fim, Omã somou oito pontos, dois a mais que a Arábia Saudita e sete atrás da Austrália. A outra seleção do grupo era a Tailândia.
Em breve o 
Capítulo III: Parte II. Chance histórica.

 



 Escrito por Victor Herman às 09h26 [] [envie esta mensagem] []






Capítulo II: As estreias e o primeiro bom rendimento


Estreante nas Eliminatórias Asiáticas apenas em 1990, Omã nunca se aproximou tanto de uma Copa do Mundo como agora. A única vez que o país atingiu a Fase Final aconteceu na qualificação para o Mundial de 2002, quando passou pela primeira fase na liderança. Era o Grupo A que tinha as fracas seleções da Síria, Laos e Filipinas. Passou com 5 viórias e 1 empate, 33 gols marcados em 6 jogos. É claro que para aquela Copa não estavam competindo as Eliminatórias duas potências do continente: Japão e Coréia do Sul, as anfitriãs da Copa. Quando se viu diante de adversários mais fortes — no continente —, como China, EAU, Uzbequistão e Catar, Omã ficou em último, com apenas uma vitória em seis jogos. Nas Eliminatórias para as Copas de 1998, 2006 e 2010 sempre teve no grupo de Omã, o Japão... assim como neste ano.
A primeira participação de Omã na Copa da Ásia de seleções foi em 2004, e adivinhem quem estava em seu grupo? Pois é, o Japão! E não deu muito certo mais uma vez. Omã quase se classificou a fase seguinte se não fosse o empate entre Japão e Irã, os dois classificados; empate aliás que foi em 0-0, que dá para perceber que foi um resultado arranjado, que beneficiaria ambas as equipes. O Japão se sagrou campeão daquele torneio e a China ficou em segundo lugar. Em 2007, na sua segunda participação, Omã foi muito mal, eliminado na primeira fase sem vencer um jogo. No grupo estava o futuro campeão da época, o Iraque, que vencera a Arábia Saudita na grande final.
Em 2009, Omã e Brasil fizeram um ótimo jogo amistoso. Vitória brasileira por 2-0, gols de Nilmar e outro contra. O que não é parâmetro pra muita coisa, mas o Brasil não teve vida fácil na partida. Recordar.
Um pouco fora das competições profissionais, a melhor fomar de Omã em uma competição foi o surpreendente 4º lugar na Copa do Mundo FIFA Sub-17, em 1995 no Equador. Naquela edição do torneio, Omã caiu no Grupo D com Brasil, Alemanha e Canadá. Vitórias sobre Alemanha (3-0) e Canadá (2-1) só não lhe renderam o primeiro lugar, pois o Brasil não levou gols. No confronto contra os brasileiros, houve empate em 0-0. Júlio Cesar, ex-Flamengo e Internazionale ITA era o goleiro da seleção brasileira. Na fase Semifinal, foi eliminado pela seleção campeã, Gana que venceu o Brasil por 3-2 na Final. Mohamed Al-Kathri foi o artilheiro e melhor jogador do torneio, é... marcou 5 gols. Hoje, ele já não joga mais futebol profissionalmente.
Em breve, no ano que vem o
Capítulo III: As Eliminatórias Asiáticas para a Copa do Mundo 2014.

 



 Escrito por Victor Herman às 17h02 [] [envie esta mensagem] []






Capítulo I: Futebol em um país chamado: Omã


Com quase 800 mil habitantes, Muscat é a capital e maior cidade de Omã, país localizado no Oriente Médio, fazendo fronteira com o Emirados Árabes Unidos ao Norte, Arábia Saudita pelo Sul e Iêmen no Oeste, e banhado pelo Golfo de Omã. Devido ao porto municipal, o país pode exportar petróleo, peixes de qualidade para consumo e produtos em geral. Porém, o futebol de Omã, cuja seleção nacional estreou em 1965, numa goleada de 15-0 a favor do adversário, Sudão, pretende transportar algo nunca visto em uma monarquia absolutista de 2,8 milhões de habitantes: 23 jogadores para uma Copa do Mundo.

O país não conta com uma liga profissional, apenas com duas amadoras, o que dificulta muito o seu processo de renovação de jogadores. Mas o investimento do governo, que vêm dos últimos quatro anos melhorando a situação do país, e os bons resultados prova que com patrocínios, uma boa organização e planejamento o rendimento no futebol vai melhorar bastante. O projeto é que para 2014 o país conte com uma liga profissional de futebol.
Um país que tem apenas um agente ligado a FIFA mostra que realmente está ainda tudo sob desenvolvimento.
O Suwaiq é o líder do Campeonato Nacional, que conta com 14 times. Campeonato ainda no íncio, foram 8 rodadas disputadas e o Suwaiq está invicto. A próxima rodada está marcada toda para o dia 21/12 em diversos horários. Hashim Mohamed, do Al Shabab (5º) é o artilheiro do torneio com 5 gols.
Ali Al-Habsi é o jogador mais popular do país. O goleiro de 31 anos joga na Inglaterra, pelo Wigan.

Os brasileiros lá: Emmanuel, atacante, 30 anos joga no Suwaiq. Jogou no Brasil pela PortuguesaRJ. Laudson, atacante, 27 anos joga no Al-Urooba. Jogou no Brasil pelo Lagartense em 2005. Tive uma breve conversa com os jogadores, muito legal, me contaram que o salário médio deles, em reais, é de 1.995,00. Emmanuel é casado e tem outro emprego: diretor de uma escola. Ele treina de manhã e está na escola de tarde. Laudson está solteiro e 'desempregado'; fora do futebol.
Por curiosidade, falei com Laudson sobre como o país não é desenvolvido no esporte e muito menos no futebol. Existem apenas 12 canais de televisão em Omã e nenhum fala sobre esportes. Por curiosidade também, Omã nunca ganhou uma medalha olímpica, e em 2012 levou apenas 4 atletas para Londres.
Em breve o 
Capítulo II: A estreia e o primeiro bom rendimento.

 



 Escrito por Victor Herman às 15h33 [] [envie esta mensagem] []




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